quarta-feira, 10 de maio de 2017

Entrevista - Divomar Junior e o Maverick Bi-Color/Saia e Blusa


O Maverick têm versões que tornaram-se raras com o passar do tempo. Algumas são raras desde novas. Falaremos agora de um desses casos de raridade e curiosidade sobre o Maverick - o modelo Bi-Color ou simplesmente Saia e Blusa.

Como você notou, teremos uma entrevista com o amigo Divomar Junior, muito envolvido com um Maverick Bi-Color, mas antes de ouvir sua história, vamos conhecer mais sobre esse modelo.


Auto Esporte 5.75




"Saia e Blusa" é o termo utilizado para definir a pintura em duas cores com divisão na linha horizontal, como que formando uma "roupa" no carro, uma "saia e blusa". Esse padrão de pintura era muito comum nos anos 50 e chegou ao Maverick em 1975 junto com outras inovações no carro.


Leia aqui mais detalhes de como foi o ano de 1975 para o Maverick no Brasil.

Folha de S. Paulo 11.6.75

Além do moderno motor de 4 cilindros, o pacote de acabamento para o Maverick 1975 incluía a pintura em dois tons. O Maverick Bi-Color/Saia e Blusa não era um modelo como o Super, Super Luxo ou GT, era apenas uma opção de pintura, mas que hoje se destaca ainda mais pelo fato de restarem poucas unidades. É comum as pessoas acharem que a cor inferior seja apenas Azul e Verde, mas como vimos no jornal, havia um total de 7 cores disponíveis:

A parte superior é sempre o branco nevasca

A parte inferior poderia ser nas seguintes cores:

Vermelho Cadimum;
Azul Colonial;
Verde Itanhangá;
Marrom Conhaque;
Azul Portela Metálico;
Ouro Antigo Metálico e
Marrom Castor Metálico.

Além das laterais, o painel traseiro e a saia dianteira também eram coloridas.

Encontrei essa mesma informação no jornal Diário da Manhã na data 18.6.75 e no jornal Diário do Paraná na data 22.6.75, confirmando os fatos.


Folha de S. Paulo 11.6.75
Engraçado que o termo "Bi-Color" parece ser mais oficial do que "Saia e Blusa", mas nesse anúncio, a própria Ford utiliza "Saia e Blusa" para definir o estilo da pintura. Nós vamos aceitar os dois, ok?

Dá pra notar que esse 4 portas é um Saia e Blusa e como os outros que vimos nas fotos até agora, são modelos Super Luxo.

Folha de S. Paulo 25.6.75
Claro, vamos falar sobre o filete que há entre a cor inferior e a superior e das calotas que são pintadas na cor do carro, no caso, brancas.
Pode dentro o Maverick recebia cores mais claras e o jornal nos explica os motivos.

Veja 25.6.75
Muito bonito, não é mesmo?

Veja 16.7.75
Esse anúncio é muito interessante. Olha o Saia e Blusa aí... novamente um Super Luxo.


Bom, a primeira informação que encontrei sobre o Bi-Color é de maio de 75, data em que acredito ter iniciado. A partir de 1976, não encontrei mais nada sobre ele, me levando a acreditar que realmente tenha sido poucas unidades produzidas em 1975.
Viram como é raro?

Esses pontos da história do Maverick me fascinam. A Ford oferecia muitas opções justamente para agradar o máximo de pessoas. Coisas dos anos 70... hoje é tudo o mesmo padrão, queira ou não.

Como falamos no início, o Saia e Blusa é mesmo raro, eu ficava imaginando se um dia teria a oportunidade de ver um pessoalmente e eis que em novembro de 2015 eu fiquei mais feliz. Tudo aconteceu no 16º Aniversário do Maverick Clube de Curitiba, onde conheci o Divomar Cardoso e seu filho Divomar Junior. Adivinha qual Maverick o Divomar Junior levou?



Leiam agora a história do Maverick na vida do Divomar Junior contado por ele mesmo:





"Bom esse é meu carro. Mas não é um carro apenas, pra muitos pode até ser só mais um carro “velho”, com mais de 40 anos de uso com vários problemas a serem resolvidos, o que não é nenhuma mentira, mas o que a maioria não sabe, que mesmo sendo um carro “velho” e com vários problemas, ainda assim ele é a realização de um sonho e uma forma de mantermos as lembranças de pessoas que já não temos mais por perto.




Mas pra vocês entenderem essa história direito e o amor que nasceu sobre o MAVERICK, vamos voltar uns anos no tempo.
Voltemos a 1977, um homem que adorava jogar no bicho... isso mesmo no jogo do bicho, e esse homem tinha um Opala dourado 4 portas 2500 de 1970 a 1973 pois não temos o modelo e o ano exatos do Opala dourado, e um belo dia esse homem ganhou no jogo do bicho e simplesmente trocou o Opala dourado 4 portas por um MAVERICK, mas não era só um MAVERICK e sim o MAVERICK BICOLOR, conhecido também pela maioria como “SAIA E BLUSA”. Era também o começo da paixão por essa máquina que atravessou décadas e até hoje encanta pessoas e algumas dessas pessoas como eu, nem sonhava em o que é ou era um Maverick, mas escutava várias histórias de meu pai.


O percursor de todo esse amor pelo MAVERICK foi meu avô Antonio Cardoso conhecido como Jangadeiro, que era o homem que jogou e ganhou no jogo do bicho e trocou um Opala dourado 4 portas, pelo MAVERICK BICOLOR. Esse Maverick.


Na foto meu avô (Antonio Cardoso (JANGADEIRO) em pé do lado esquerdo, minha tia dentro do carro atrás do volante (irmã do meio) e meu pai na frente do carro ( irmão caçula).



Na foto da esquerda pra direita, meu avô, meu pai, minha tia, e meu tio.

De 1977 a 1978 o MAVERICK SAIA E BLUSA, ficou na família tranquilamente, até que em 1978 meu avô indo para Curitiba, na Cerra do Cadeado se acidentou, caindo na ribanceira e com sorte e sua fé parou numa arvore sem maiores estragos, então o carro foi consertado, e em 1979 foi trocado por um Dodge Dart vermelho com as rodas de ferro pretas, e posteriormente o Dodge foi trocado por um outro opala, que segundo meu tio era amarelo, e em 1980 o MAVERICK SAIA E BLUSA voltou para felicidade da nossa família.
Quando em meados de 1980 meu avô e sua família mudaram-se para onde eu moro hoje, o MAVERICK SAIA E BLUSA foi vendido, e o paradeiro desse carro ainda é um mistério... mas seria muito interessante encontrá-lo...

Depois da mudança para a casa nova, em 1981 meu avô comprou outro MAVEICK. Era um Maverick Super, branco, 6cil, que poderia ser um 1975 ou 1976, infelizmente não temos a data exata!
Mas por gostar muito do modelo SAIA E BLUSA mandou que fosse pintada as faixas do MAVERICK BICOLOR. Infelizmente não existem registros de fotos do segundo Maverick, somente histórias...
Então em meados de 1983 em diante, meu avô conseguiu destruir outro SAIA E BLUSA, acertando uma Kombi, e pelo valor do conserto na época não compensar, esse Maverick foi parar em um ferro velho da cidade, e o destino desse então foi o machado, isso mesmo como muitos na época esse também foi vítima de um machado, e foi picado inteiro.
Entre o fim de 1983 e começo de 1984, mais uma vez a família ficaria feliz pois meu avô aparece com mais um Maverick, esse em especial ainda procuro por ele, vai que um dia ele reapareça, era uma Maverick LDO 1977, MONOCROMATICO, 4Cil. Ficou pouco tempo também na família, apenas 3 anos. Logo em 1988 o MAVERICK foi vendido e se encerrou a saga do meu avô com os Mavericks.

Para minha sorte a saga continuava com meu pai (Divomar Cardoso), que sempre ficou sonhando em ter um Maverick, infelizmente esse sonho foi desaparecendo pela dificuldade de encontrar um carro pra comprar ou para restaurar.
Como dito o tempo foi passando e esse sonho de ter um Maverick ficava cada vez mais distante, até que em um dia qualquer, meu pai ouviu eu e um amigo do colégio falando sobre Maverick V8. Confesso que naquela época nem sonhava como era um Maverick, quem dirá um V8. Então o sonho de ter um Maverick renasceu em meu pai, então ele começou a procurar por um Maverick novamente...
E então em 2004 quando ninguém imaginava, o sonho começava a tomar forma, meu pai encontrou um Maverick a venda, e pela bagatela de R$7000. A vontade de acordo com meu pai era encontrar um Maverick e reviver a lembrança do SAIA E BLUSA, restaurando o carro em casa mesmo na garagem bem ao estilo do filme do embalos de sábado à noite, bem aquela ideia de fazer você e seus amigos e sair acelerando pelas ruas, então ai começou tudo outra vez...


Os primeiros passos da desmontagem do Maverick do meu pai.




Desse ponto então foram 8 meses trabalhando todo dia a noite e aos finais de semana para preparar o carro e levar para a pintura. Depois de pintado começou a montagem, até que um dia com o carro terminado foi possível replicar a foto do começo da história. Porém no decorrer do processo a vontade de fazer um SAIA E BLUSA ficou pra depois, não teve um motivo exato pelo qual foi mudada a ideia de SAIA E BLUSA para GT, mas foi o que aconteceu.




Aí ainda assim demorou mais uns anos pra replicar a foto, pois pelo passar dos anos ninguém se lembrava da foto com o MAVERICK SAIA E BLUSA. Na foto da esquerda pra direita (meu avô, minha tia, meu pai e meu tio).

A segunda geração de Mavericks na família estava garantida, o que era ótimo pois meu pai terminou com um sonho realizado, mas ainda não parou por aí, pois vieram os encontros os amigos novos e a vontade de acelerar o V8 só crescia e instigava a minha vontade de ter um Maverick também... isso demorou alguns anos a realmente criar raízes em mim e fazer com que a ferrugem entrasse de vez no sangue junto com a graxa e a gasolina.

Então iniciamos nossa 3ª saga sem fechar a segunda. Começo eu a querer um Maverick, e a cada dia a vontade de dirigir um Maverick só aumenta.
Então um dia meu pai (Divomar Cardoso) me diz que encontrou um Maverick que respondia aos requisitos que desejávamos, então fomos ver o carro e acabamos comprando. Então no dia 08 de setembro de 2012 a vontade do SAIA E BLUSA surgia novamente, até pelo motivo do meu avô ter nos deixado, infelizmente não pudemos dar esse prazer a ele ainda em vida. Mas quando encontramos o carro já foi uma grande vitória em poder trazer essa lembrança tanto do meu avô para comigo, quanto para o restante da minha família. Então o projeto se transformou em um modo de homenagearmos meu avô, que foi quem começou tudo isso.

Foto do carro chegando em casa.


Digamos que de 2012 até 2015 o projeto ficou quieto amadurecendo o que seria feito, e então que comecem os trabalhos...
Em agosto começou todo o trabalho...

Última visão antes de começar a restauração.

Arrastado mas com estilo.


Então começa outro ciclo de trabalho de desmontar e decidir o que seria feito, mas a ideia formada era que o SAIA E BLUSA renasceria nesse ano, e começaram os trabalhos igual ao Maverick do papai, com a diferença que tínhamos um pouco mais de experiência desta vez, e aí começamos a refazer tudo que era necessário.
E foram vários dias a noite e no final de sema trabalhando, lixando, pintando, montando e etc. em alguns dias desanimávamos por não conseguir, mas a cada dia nós da família sentíamos mais próximos. A pintura do carro em si, é a parte que deixa os donos mais ansiosos, pois sabemos que depois disso é só remontar o quebra cabeças e aproveitar, claro que não poderia ser tão fácil assim... meu pai como dito anteriormente começou a frequentar vários encontros e conhecer amigos que se fizeram muito importantes em nossas vidas, e um deles foi o Senhor Carlos Carvalho de Tomazina-PR, que ao realizar um evento em sua cidade, também proporcionou ao meu pai a conhecer mais amigos importantes como, Álvaro Franco Junior e sua família, onde deu sequência em que nosso projeto de não apenas homenagear meu avô mais sim de levar esse carro pronto para Curitiba no 16º aniversário do Maverick Clube de Curitiba.

Então o prazo começou a apertar, surgindo até mesmo a possibilidade de levar o carro na plataforma, nós não queríamos que o SAIA E BLUSA fosse de plataforma, então apertamos o passo e passamos mais tempo trabalhando no carro pra termina-lo, com ajuda da família e mais um tanto de amigos.
E desde agosto trabalhando com muito empenho, chegamos em novembro nos finalmentes, mas ainda havia muito trabalho até o aniversário do MCC, então mais uma vez largamos outros projetos e nos dedicamos inteiramente a terminar o SAIA E BLUSA.



Mais uma vez com a ajuda dos amigos, trabalhando até bem tarde da noite para terminar... e a ansiedade só aumentava... na foto o amigo Anderson Cardozo (o polidor e professor que ajudou muito... e o vulto atrás é o amigo David Cantuaria, que ajudou não só com mão de obra mas também com o apoio, e fez parte dessa loucura toda também).


Vai chegando perto do aniversário do MCC e o carro quase não fica pronto, felizmente com a ajuda dos amigos que se esforçaram também, no dia 27 de novembro de 2015 as 2 horas da manhã terminamos todo o trabalho, e graças a Deus colocamos em nossa conta como um sucesso...

Última lavagem antes de sair de vez...

Enfim o auto brilho...



Terminado o projeto já era hora de levar o mais novo integrante da família pra casa, mais uma vez ele voltava para seu lugar que a 4 meses esperava por ele, pois no outro dia mais uma vez o SAIA E BLUSA desceria a serra do cadeado.

Então com o cansaço no corpo mais muito feliz dormimos tranquilos com o sentimento de dever cumprido, mas não pense que acabamos por aqui, pois às 7 da manhã do dia 27 de novembro, já estávamos no posto prestes a encarar o que muitos diziam ser loucura, pensa bem quem termina um carro de 40 anos de idade em um dia e sai fazer um passeio de mais de 600km no outro, mas nós sabíamos que tudo correria bem, e saímos.

Bora pra estrada...

Mas claro que uma viajem de inauguração tinha que ter alguns probleminhas técnicos e o passeio de guincho foi inevitável, a mais ou menos 30 ou 40 km de Campo Largo, tivemos um probleminha no platinado, mas não sabíamos como resolver e nem tínhamos pensado em levar um reserva, enfim passeio de plataforma... depois desse passeio de plataforma, com ajuda de um mecânico perto do hotel onde estávamos instalados e o amigo André Genoveski que levou uma bobina pra testarmos, no final das contas tudo acabou bem.

Bom carro consertado era hora do banho... do carro claro.



E o amigo de viajem ajuda a lavar as maquinas também.

Máquinas prontas bora descansar.


Em fim a coisa mais gostosa depois disso tudo, de viajar junto com meu pai e minha mãe, a surpresa vem no outro dia...


E assim saímos do hotel, conduzidos pelo amigo André Genoveski até o local onde seria realizado o 16º aniversário do MCC... essa história fica cada vez melhor de contar...


Enfim finalizando a história, quando chegamos no aniversário do MCC fiquei já logo no começo impressionado com a quantidade de carros que já estavam presentes, mais impressionado fiquei quando descobri que meu carro seria de certa forma uma parte das atrações, pois não era só o meu carro que estava sendo inaugurado, mas também um Maverick Perua, que até então eu só havia ouvido relatos e imagens na internet, e justo naquele dia tinha uma que acabara de ser restaurada pela Fábrica de Sonhos, uma galera que sem nem mesmo saber me inspirou muito em um momento onde o meu projeto estava meio devagar, então poderia dizer que assistir o vídeo da Fábrica de Sonhos foi a minha gasolina pra continuar e terminar o projeto.





Tão bom foi esse evento pra mim que quase não consigo descrever... foi inacreditavelmente perfeito... e maior presente e orgulho não poderia existir, mas sim ele existe... tanto que deixo pra finalizar, as palavras do amigo Juninho Fonseca, nunca imaginei poder ver três edições especiais do Maverick juntas, e aqui eu vi... o Maverick Perua, o Maverick Kit Spoiler e o Maverick Saia e Blusa.



Cá entre nós, eu não sabia realmente como ficaria no final, sabe a cor e tudo mais. Mas algo me dizia que eu tinha de fazer com as cores de época, e com um pequeno detalhe no capô que agradaria a mim e ao meu pai, que foi meu parceiro fundamental nesse projeto.
E então foi feito, mesmo procurando por milhares de vezes na internet por imagens do MAVERICK SAIA E BLUSA, ainda assim achava muita coisa nas cores verdes e azuis, e realmente nunca aparecia o vermelho, no entanto o carro do meu avô era assim, então de todas as formas foi decidido pelas cores originais do ano e modelo, que eram o branco nevasca, e o vermelho cadimium, mesmo não existindo essas faixas no capô, ainda assim fizemos e o resultado agradou aos olhos da maioria, sei também que encontrar um MAVERICK SAIA E BLUSA hoje em dia é bem difícil, até porque o pessoal adora a esportividade de um GT, mas posso dizer nunca imaginei ter tanto prazer com um MAVERICK SAIA E BLUSA, ainda mais branco e vermelho...


E hoje em dia está assim:

















E aí o que acharam?! Eu achei incrível!
Como o próprio Divomar Junior contou, esse não é um Maverick Saia e Blusa, foi transformado em um para homenagear seu querido avô que teve 2 originais.
Quanta emoção, que homenagem mais bonita!
Eu fico vendo esse tipo de coisa... poxa, esse é o espírito! Fazer o carro pra você e baseado no que ele significa pra você e não perder tempo fazendo um carro que agrada os outros, mas não tem aquele espirito ligado a você.

Foi muito bom conhecer vocês Divomar pai e Junior, lembro que em 2016 era eu que estava correndo contra o tempo para terminar meu Maverick e encarar 600km pra ir ao aniversário do Clube de Curitiba. Infelizmente no meu caso não deu, mas é admirável o ânimo e paixão que vocês tem pelo Maverick. Além é claro de serem pessoas simples, amigas e de confiança.

Mais uma vez muito obrigado por participar do blog e contar essa história pra gente. Esse ano a gente tem que levar os nossos Maverick juntos pro aniversário heim :) Ford abraço!!!





Deixei para o final uma foto muito interessante. Vejam:







Legal, não é mesmo? Olha o Divomar Junior no Autódromo de Curitiba e o Saia e Blusa no Torneio dos Campeões em 1975.

As vezes nós olhamos as fotos, mas não vemos e entendemos o que elas nos dizem, mas o Saia e Blusa sempre esteve aí.


Não se sabe quantos existem, mas espero que essa entrevista ajude a encontrar os que estão espalhados pelo país.



Por hoje é isso, mas fiquem ligados no blog, já temos outra pesquisa em fase de conclusão para publicar.



Veja as outras entrevistas clicando aqui.





MAVERICK NA HISTÓRIA
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